Como proteger a geração de valor do negócio e sua continuidade na sucessão empresarial?

Case de Governança Corporativa: Contribuir para a longevidade e sustentabilidade


Um imprevisto provoca a sucessão imediata em empresa familiar onde não havia sucessor preparado. Como as práticas de Governança Corporativa contribuíram para a passagem de poder?


Essa história se passa num ambiente de inquietude emocional por se iniciar com um acidente que tirou da posição de poder o único membro da família que – por decisão própria – era o único gestor e detentor das informações.


Apesar da falta de preparo, a parte da família que assumiu a empresa conseguiu dar um adequado direcionamento e administrar o legado, mantendo a empresa num bom patamar econômico. Porém, com o passar do tempo, a falta de participação dos demais familiares envolvidos gerou insegurança e dificuldade em encontrar o propósito da empresa para o futuro, induzindo ao conflito e a desestruturação.


Foi quando passei a colaborar com a empresa e percebi que o meu trabalho de Agente da Governança Corporativa deveria ter foco inicial na qualidade das decisões e no comprometimento dos sócios, rumo a uma nova e eficiente estrutura organizacional.

As mudanças estratégicas e de gestão – tratadas e decididas dentro do conselho consultivo onde passaram a fazer parte todos os familiares envolvidos – permitiram:


  • Explorar melhor as oportunidades de mercado;

  • Suavizar os riscos de investimentos e herança;

  • Formular regras claras de separação entre os papéis (gestão e sociedade);

  • Definir adequadamente a remuneração do capital e do trabalho;

  • Alinhar interesses e evitar conflitos.


As práticas de Governança Corporativa, nesse caso, auxiliaram no melhor desenho da empresa, protegendo a geração de valor do negócio e sua continuidade.


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